29 de jan de 2015

ODE A NATUREZA QUE FAZ ARTE.

 Delia Corecco Steiner

 Vanessa Corecco Calado  



Surge o dia, e a escuridão se esvai, vai fugindo adormecida sumindo na imensidão. A Lua se faz pequena, vai se fazendo volátil aos poucos em se misturando ao azul celeste que desponta nos céus. Despertam as flores erguendo-se em direção aos primeiros raios de sol.

 Vanessa Corecco Calado  

Vanessa Corecco Calado

    Vanessa Corecco Calado

Vanessa Corecco Calado 

Vanessa Corecco Calado

Vanessa Corecco Calado

Clara manhã, o Sol se ergue cobrindo de luz meu jardim. Os verdes se misturando em tons e matizes que vão do claro ao escuro, o céu de um azul profundo e límpido entrecortado por pequenos tufos de nuvens, o sol que acaricia suavemente flores, folhagens, arbustos e árvores.  Por entre eles, com uma leveza ímpar, borboletas vagueiam de flor em flor, algumas param para sentir o beijo dos raios de sol, assim o fazem os lagartos, literalmente lagarteando nas pedras que absorvem o calor. Despertam os Beija-flores, os Bem-te-vis, os Anuns, os Rouxinóis, os Sanhaços e Sabiás, cada qual presenteando a natureza com sua voz.
  
Vanessa Corecco Calado   

     Vanessa Corecco Calado


Vanessa  Corecco Calado.

Vanessa  Corecco Calado. 

  Vanessa  Corecco Calado.

Vanessa  Corecco Calado.

     Vanessa Corecco Calado

Vanessa Corecco Calado   

Vanessa Corecco Calado

Delia Corecco Steiner       

     Vanessa Corecco Calado

 Vanessa Corecco Calado

                        Delia Corecco Steiner


 Vanessa Corecco Calado

     Vanessa Corecco Calado

 Vanessa Corecco Calado

Posso ouvir seu canto, esperando que o jardim seja regado, pois que a água faz a alegria deles. Vem aos montes se banhar. A terra ao receber a água exala seu perfume natural... Fecho os olhos e apenas sinto, deixo passar por mim o vento, ouço a natureza, uma orquestra em sintonia com o Cosmos, aves tagarelando, a água murmurando qual chuva fina, o zumbido das abelhas a procura do néctar das inflorescências, o cheiro de mato molhado.

Vanessa Corecco Calado 

   
   Vanessa Corecco Calado


Vanessa Corecco Calado  


Vanessa Corecco Calado  


 Vanessa Corecco Calado  


Vanessa Corecco Calado    

        Vanessa Corecco Calado 


Vanessa Corecco Calado 


Vanessa Corecco Calado 


  Vanessa Corecco Calado 


Vanessa Corecco Calado


Delia Corecco Steiner


   Vanessa Corecco Calado


Larissa Corecco Calado


Vanessa Corecco Calado


                      Larissa Corecco Calado


E assim vai passando o dia, um quadro sem tela, sem pincel, volátil em que o sol vai trocando de lugar no firmamento, as cores vão se intensificando para depois se dissiparem.

Vanessa Corecco Calado


   Vanessa Corecco Calado


Vanessa Corecco Calado


                        Delia Corecco Calado


Vanessa Corecco Calado


Larissa Corecco Calado


   Vanessa Corecco Calado


Vanessa Corecco Calado


Vanessa Corecco Calado


   Vanessa Corecco Calado


Vanessa Corecco Calado


   Vanessa Corecco Calado


Vanessa Corecco Calado


Delia Corecco Calado


Vanessa Corecco Calado

O Sol busca espaço em meio às sombras lançadas pelas árvores centenárias e na sonolência da tarde vai se esvaindo pouco a pouco dando espaço aos dourados do crepúsculo. O Sol recua e surge belíssima a Lua, cresce uma sombra, anoitece. E a brisa etérea adormece no seio da calma noite sob a luz dos vagalumes e das estrelas...

       Delia Corecco Steiner 


Vanessa Corecco Calado


   Vanessa Corecco Calado


Vanessa Corecco Calado


Vanessa Corecco Calado


                      Larissa Corecco Calado


Vanessa Corecco Calado  


Vanessa Corecco Calado


Vanessa Corecco Calado      

   Vanessa Corecco Calado


Vanessa Corecco Calado


Delia Corecco Steiner


   Vanessa Corecco Calado


Vanessa Corecco Calado


Vanessa Corecco Calado


   Vanessa Corecco Calado


Vanessa Corecco Calado


     Larissa Corecco Calado


Larissa Corecco Calado


Larissa Corecco Calado


Vanessa Corecco Calado

Larissa Corecco Calado

               
Vanessa Corecco Calado


Larissa Corecco Calado


Vanessa Corecco Calado


Para que no dia seguinte recomece tudo outra vez...

Larissa Corecco Calado

A fotografia é a poesia da imobilidade, através dela o fotógrafo capta um instante fugidio, uma emoção, preservando a memória daquele momento para sempre.

Saber ver, ter a sensibilidade de observar, a paciência de esperar o momento certo, ter a certeza de que a beleza pode ser contemplada em qualquer lugar a qualquer momento, este é o milagre desta arte. A fotografia é um desenho que tem como pincel a câmera; como tinta a luz e como tela a natureza enquanto o mundo segue em eterna mutação. Quando o fotógrafo seleciona o tema de sua obra constrói-lhe um significado, faz uma escolha, eterniza momentos contando-nos uma história cabendo a nós espectadores saber percebê-la.

Os trabalhos fotográficos acima foram realizados por duas pessoas as quais admiro profundamente, pela percepção e pelo profundo respeito que tem para com o mundo ao seu redor, pelo olhar sensível com o qual souberam captar e eternizar instantes, pelo modo como capturam a beleza revelando através dela um pouco da própria alma. Vanessa e Larissa, obrigado, suas imagens falam por si.


Larissa Corecco Calado

Um comentário:

  1. "O olho do homem serve de fotografia ao invisível, como o ouvido serve de eco ao silêncio." - Machado de Assis

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