25 de jan. de 2013

A ARTE PROIBÍDA.

                                                                            


Alexander Volkov (1886 - 1957)
 Oil on canvas.
Savistky Art Museum, Nukus, Karakalpakstan, Uzbekistan


Recentemente estive assistindo a um documentário sobre a vida de Igor Stavítsky. Muito me impressionou sua coragem e determinação em resgatar obras de arte por toda a Rússia na época em que o comunismo consumia aquela região do mundo proibindo qualquer manifestação artística que não enaltecesse as “benesses” deste regime totalitário.
Gostaria de dividir com vocês um pouco do que pude pesquisar, uma vez que fiquei encantada com as obras que pude ver. Espero que gostem e divulguem.


Museu Igor Savítsky, Uzbequistão.

Nukus-Savitsky-Museum-Plaque.

O Museu de Arte Nukus, ou nomeado de Museu Igor Savitsky em homenagem a seu fundador, é um museu de arte que possui sua sede em Nukus capital da República Autônoma de Karakalpakstan no noroeste do Uzbequistão, na base sul do Mar do Aral. Inaugurado em 1966, o museu abriga uma coleção de mais de 82 mil itens, que vão desde antiguidades a arte popular do Uzbequistão denominada, Khorezm Karakalpak. É a segunda maior coleção de arte russa no mundo, ficando logo atrás da coleção do Museu de São Petersburgo. O museu representa o trabalho de toda uma vida de Igor Savítsky, cujo legado inclui milhares de tesouros artísticos e culturais em exposição permanente, o que o torna um dos edifícios mais interessantes da arte antiga e moderna. Hoje chamada, por conhecedores, colecionadores e apreciadores de arte como “A pérola do deserto” - ou, como a revista francesa Télérama recentemente o chamou: “Le Louvre des Steppes”.
Fisherwomen de Rostislav Barto (1902 – 1974)
Oil on Cardboard, 1930
Savistky Art Museum, Nukus, Karakalpakstan, Uzbekistan


 Como a arte sobrevive numa época de opressão? Durante o regime soviético os artistas que se mantiveram fiéis a seu modo de pensar foram executados, mandados para sanatórios ou "gulags" campos de concentração soviéticos.


On his Knees de Lev Galperin (1886 - 1938)
Tempera on paper
Savistky Art Museum, Nukus, Karakalpakstan, Uzbekistan


O artista auto didata Lev Galperin (1886 – 1938), judeu russo, cuja obra podem apreciar acima, foi indiciado pelo Regime Comunista, pela forma como ele descreveu os seus líderes. Suas pinturas eram consideradas como contra-revolucionárias. Em seu depoimento, Galperin negou a presença da arte como expressão de Liberdade na União Soviética e se dizia cético sobre o sistema estabelecido. Ele cumpriu parte de sua pena em Karlag, em seguida, foi transferido para Dmitlag na região de Moscou. Seu certificado de óbito diz: "Causa da morte: execução por fuzilamento”.


 Igor Savitsky

A situação destes artistas e sentindo o próprio senso da alienação imposta ao tempo, sociedade e lugar em que ele vivia  inspirou o jovem Igor Savitsky. Russo nascido em Kiev em 1915, arqueólogo, artista e colecionador, filho de  acadêmicos e neto de um aristocrata, ele foi criado em meio as histórias de horror da revolução bolchevique. Seu avô foi sumariamente executado em 1919. Sua casa, como a de todos os "inimigos da revolução" queimada com móveis, pinturas e livros... De uma forma nada convencional, Igor Savitsky, viria a ser o fundador do NUKUS MUSEUM OF ART, no Usbequistão.

Igor Savitsky.

Interior do museu Igor Savitsky.

                                          Interior do museu Igor Savitsky.
Fingiu comprar arte aprovada pelo Estado, mas resgatou ousadamente 40 mil obras proibidas e criou um museu no deserto do Uzbequistão, longe dos olhos atentos da KGB. Embora fosse um artista pobre, de forma inteligente obteve o dinheiro para comprar essa arte das mesmas autoridades que a proibiam. Savitsky reuniu uma mistura eclética extraordinária de arte russa de vanguarda. Entretanto, sua maior descoberta foi uma escola desconhecida de artistas que se estabeleceram no Uzbequistão depois da Revolução Russa de 1917, representando uma cultura islâmica única e exótica  Eles desenvolveram um estilo surpreendentemente original, fundindo o modernismo europeu com tradições orientais seculares.
 

Artists Alexander Volkov and Ural Tansykbaev, 1920.
              Group photo of the artists represented in the Savitsky Collection
                                  Tashkent, Uzbekistan 1930.
(Alexander Volkov at top, Nikolay Karakhan to his right, bottom right Ural Tansykbaev).

                               Coffee House de  Grigoriev Nikolay (1880 - 1943) 
                                                Oil on canvas
                     Savistky Art Museum, Nukus, Karakalpakstan, Uzbekistan


Weaving women  de Darya Kazakh
Oil on canvas
Savistky Art Museum, Nukus, Karakalpakstan, Uzbekistan


Reading the Newspaper (1938) de Nikolay Karakhan
Oil on canvas
 Savistky Art Museum, Nukus, Karakalpakstan, Uzbekistan


Na década de 90, quando jornalistas e diplomatas ocidentais descobriram o museu, pareceu o início de um conto de fadas do mundo das artes. Expostas em molduras simples estavam obras do mais alto nível, referentes a toda a variedade de estilos do início do século XX. A coleção de Savitsky prometia preencher um capítulo que faltava na história da arte, com a produção de artistas soviéticos em grande parte esquecidos, que estavam explorando novos rumos antes do início dos anos 30, quando o regime de Stalin condenou a "decadente arte burguesa" em favor de imagens idealizadas de operários e camponeses, o novo realismo socialista, assim infelizmente fazendo uso da arte como instrumento de adestramento e dominação do homem ou - pior ainda - de um povo inteiro.
                               Stalin et Vorochilov au Kremlim, 1938 Realismo Socialista,
                                  de Aleksandr Guerassimov.



Cartaz típico realismo socialista “o que a Revolução de Outubro deu as camponesas”.
 
                                                    Cartaz típico realismo socialista “Stalinismo”.
 Acima: manifestações artísticas consideradas  em sintonia com o realismo socialista - com imagens idealizadas de operários, camponeses e líderes soviéticos.
A arte produzida na Rússia durante o primeiro trimestre deste século teve uma profunda influência sobre tudo o que hoje conhecemos como moderno. Uma constelação brilhante de artistas talentosos surgiu num momento em que muitos russos acreditavam que eles estavam à beira de uma nova época, em que o espírito humano seria verdadeiramente liberado pela primeira vez. Procurando transmitir sua excitação, eles produziram um corpo de trabalho cuja originalidade foi tão extraordinária que o sistema soviético provou ser incapaz de tolerá-lo. Em uma das grandes tragédias da história da arte, a vanguarda russa foi esmagada em 1930. Hoje em Nukus, no entanto, eles não somente sobrevivem, mas triunfam. Vejam alguns exemplos a seguir:


                                              Street in old Khiva de  Igor Savítsky
                                                    Oil on canvas
                   Savistky Art Museum, Nukus, Karakalpakstan, Uzbekistan


                                 Women going to BathHouse  de  Ruvim Mazel (1890 - 1967)
                                  Paper,  gouache  and water color
                      Savistky Art Museum, Nukus, Karakalpakstan, Uzbekistan


                               Portrait of a Woman de Vasiliy Millioti (1875 - 1943)
                                              Oil on canvas
                   Savistky Art Museum, Nukus, Karakalpakstan, Uzbekistan

                                              Portrait of Sardan 1928 by Vera (Runa) Pshesetskaya
oil on canvas
Savistky Art Museum, Nukus, Karakalpakstan, Uzbekistan



Building a Road (1932) de Nikolay Karakhan
Oil on canvas
Savistky Art Museum, Nukus, Karakalpakstan, Uzbekistan


Só os especialistas sabem os nomes dos pintores expostos no museu Igor Savitsky. Não, o museu não expõe Kandinsky’s, Chagall’s e Malevich’s, mas sim, fala de artistas que não puderam, ou não, fugiram do terror stalinista que se abateu sobre a URSS. Eles pagaram com a sua liberdade ou com a vida, e às vezes com ambos. Seus expoentes foram silenciados, presos, deportados para Gulags, exilados, enlouquecidos ou assassinados. Suas biografias são breves. Data e local de nascimento, os estudos em Moscou, Kiev, por vezes, casamento, filhos, um trabalho e, de repente o vazio! Nada. Desaparecimento sem deixar rasto. Parado, o artista desapareceu, como se nunca tivesse existido. Tomados em conjunto, todas estas vidas quebradas cujas pinturas mostram dizer muito mais do que a história da arte. Não há palavras para coincidir com a emoção que se sente ao observar estas obras de arte reunidas neste museu que é de fato, muito mais que um museu: É um memorial da vida.
                                       A Horseman in Red, Autumn (1961) de Arkadiy Stavrovskiy
Oil on canvas
Savistky Art Museum, Nukus, Karakalpakstan, Uzbekistan


                                                         Alcoholic (1928), de Arkadiy  Stavrovskiy    
Oil on canvas
  Savistky Art Museum, Nukus, Karakalpakstan, Uzbekistan

                                                   CrimsonAutumn 1931 de  Ural Tansykbayev
Oil on canvas
Savistky Art Museum, Nukus, Karakalpakstan, Uzbekistan


                                                           Apocolypse  de Alexey Rybnikov
Oil on canvas
 Savistky Art Museum, Nukus, Karakalpakstan, Uzbekistan


                                                  Ubayda (1926)  de Vasiliy Rozhdestvenskiy
 Oil on canvas
Savistky Art Museum, Nukus, Karakalpakstan, Uzbekistan


                                                     Kuzminki (1911) de Aleksey Morgunov
 Oil on canvas
 Savistky Art Museum, Nukus, Karakalpakstan, Uzbekistan


                                              Coloured Sails (1930) de Vladimir Timirev
 watercolor on paper and pencil drawing
Savistky Art Museum, Nukus, Karakalpakstan, Uzbekistan


                                                        The Bull de Vladimir Lysenko 
                                                 Oil on canvas 
Savistky Art Museum, Nukus, Karakalpakstan, Uzbekistan

Perto de sua morte e já bem debilitado por sua doença, na década de oitenta, Savitsky entregou o controle do Museu a Marinika Babanazarova, filha do cientista Karakalpak M.Nurmuhamedova (amigo de Savitsky), uma mulher notável que agiu como custodiante para o museu, sua cultura e visão de Savitsky desde então. Hoje é diretora do museu e junto com sua equipe de especialistas e restauradores dedicados ela tem cuidado e defendido esta coleção única de Savitsky por 28 anos.

Marinika Babanazorova, diretora e curadora do Savítsky Art Museum.


Igor V. Savitsky

Sugiro ainda que procurem assistir ao documentário “O Deserto da Arte Proibida” (The Desert of Forbidden Art) de Amanda Pope e Tchavdar Georgiev, que conta a história de Igor V. Savitsky, colecionador obsessivo ao qual é atribuído o mérito de ter salvo dezenas de milhares de obras de arte anteriormente nas mãos das autoridades soviéticas.



An  Artists prophecy:
"In my dream I saw a creature, his eyes like the barrels of a gun. I called the painting 'Fascism Is Advancing', Yevgeny Lysenko".
 A profecia de um artista:
"No meu sonho vislumbrei uma criatura, seus olhos como o cano de uma arma. Dei o nome a pintura de “Avança o Fascismo”, Yevgeny Lysenko".


 Lysenko é apenas um dos muitos artistas a emergir neste documentário como anônimos - e, por vezes, presos ou institucionalizados - heróis da era stalinista, artistas que contrariaram as restrições do realismo social para fazer obras de arte que eram abstratas, anti-fascistas ou de outra forma considerados "degenerados". Fizeram o que deve fazer o artista, fizeram simplesmente Arte.

 
Para mais informações sobre o museu, sua história e obras que abriga:
Para informações sobre o que o governo do Uzbequistão pretende fazer com o museu e o perigo que suas obras correm novamente:













21 de jan. de 2013

8000 VISITAS



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30 de dez. de 2012

FELIZ ANO NOVO




"YOU ARE THE UNIVERSE EXPRESSING ITSELF AS A HUMAN FOR A LITTLE WHILE"
HAPPY NEW YEAR
"VOCÊ É O UNIVERSO EXPRESSANDO A SÍ MESMO COMO SER HUMANO POR UM TEMPO"

FELIZ ANO NOVO
"DU BISCH DS’UNIVERSUM WO SICH SÄUBER AUS MÖNSCH FÜR NES CHLIS WILI USDRÜCKT"
ES GUETS NÖIS
"DU BIST DAS UNIVERSUM WELCHES SICH FÜR EINE KLEINE WEILE ALS MENSCH AUSDRÜCKT"
EIN FROHES NEUES JAHR
"TU SEI L’UNIVERSO CHE SI ESPRIME COME UM ESSERE UMANO PER UM PO ‘ "

FELICE ANNO NUOVO
 
"TÚ ERES EL UNIVERSO  QUE SE EXPRESA COMO UN SER HUMANO POR UN RATITO"
FELIZ AÑO NUEVO

"TU ES L'UNIVERS  QUI S’EXPRIME COMME UN ÊTRE HUMAIN PENDANT UN PETIT MOMENT"
BONNE ANNÉE


21 de dez. de 2012

7000 VISITAS.



"Art enables us to find ourselves and lose ourselves at the same time."
Thomas Merton
Thank you all!

"Arte nos permite encontrar a nós mesmos e nos perdermos ao mesmo tempo."
Thomas Merton

Obrigado a todos!

"Die Kunst ermöglicht uns zur selben Zeit , sich selbst  zu finden und zu verlieren."
Thomas Merton

Vielen Dank na alle!

"L'art nous permet de nous trouver et de nous perdre en même temps."
Thomas Merton

Merci à tous

"El arte nos permite encontrarnos a nosotros mismos y nos perdemos al mismo tiempo."
Thomas Merton

Gracias a todos!

"Arte ci permette di trovare noi stessi e perdere noi stessi, allo stesso tempo."
Thomas Merton.

Grazie a tutti!

10 de dez. de 2012

NATUREZA FAZENDO ARTE - MICROCOSMOS

 
Minha Tamarindeira.
  Foto, Delia Corecco Steiner
 

                “A natureza está constantemente a misturar-se com a arte.”
Ralph Waldo Emerson

 
 
Desde minha janela...
Foto, Delia Corecco Steiner
 
Desde a janela do meu atelier posso observar a natureza em toda sua exuberância. Toda a natureza é a meu ver, uma harmonia divina, uma sinfonia maravilhosa que convida a todos com suas cores, seus sons e cheiros, a fazerem parte de sua constante transformação.

 
Epoméias em flor, parecem ter luz própria...
Foto, Delia Corecco Steiner
 
 
A natureza dá a cada época e estação algumas belezas peculiares; se revela àqueles que sabem ver além. O belo é uma manifestação de leis secretas da natureza que, em se revelando a nós, elevam a alma acima de sua própria condição humana, tornando-a divina. Convido-os a apreciar conosco algumas destas manifestações da natureza deste nosso pequeno microcosmo, o jardim, captados pela sensibilidade e pelo olhar de quem imortalizou aqueles instantes.
Pois como bem disse Eça de Queiroz: “A arte é um resumo da natureza feito pela imaginação.”
 
 
Louva Deus

O louva-a-deus ou cavalinho-de-deus. Existem cerca de 2.400 espécies de
louva-a-deus, a maioria das quais em ambiente tropical e subtropical. Seu nome popular decorre do fato de que, quando está pousado, o inseto parece estar orando.
                                              Foto, Bruno Corecco
 
 
Samambaia
 
A palavra Samambaia origina-se do termo tupi "ham ã'bae", que significa "aquele que se torce em espiral". Seu habitat pode ser tanto um vaso de xaxim como o tronco de uma árvore, uma pedra ou mesmo o próprio solo.
 
                                                Foto, Bruno Corecco
 
 
 
Xaxim
 
Xaxim, também é conhecido pelos nomes de samambaiaçu e samambaiaçu-imperial. O xaxim é o nome vulgar de uma grande samambaia, a Samambaia-açu ,("Açu" em Tupi significa "grande"), podendo alcançar 10 metros de altura, como uma palmeira. É um verdadeiro fóssil vivo das florestas pré-históricas de cujo tronco se extrai o xaxim - matéria-prima para a fabricação de vasos e substratos. Planta típica da Mata Atlântica, o samambaiaçu está na lista oficial das espécies brasileiras ameaçadas de extinção (Ibama), em razão da sua intensa exploração comercial destinada à jardinagem e floricultura.
 
                                            Foto, Bruno Corecco
 

 
Casca de àrvore
 
A casca das árvores, conhecida como súber, é composta de tecido morto e sua função é a proteção dos tecidos vivos do vegetal, seja contra o ressecamento, contra a ação de microorganismos (fungos e bactérias) e insetos, injurias e variação climática.
 
Foto, Bruno Corecco
 

 
Jasmim Estrela
 
Há séculos, no Oriente , o jasmim é considerada como o símbolo da beleza. Na Índia, Kama, o deus do amor, flechava  a suas vítimas por setas acompanhadas de flores de jasmim. Cleópatra teria ido ao encontro Marco Antônio em um barco cujas velas foram revestidas com essência de jasmim.
 
                                                          Foto, Delia Corecco Steiner
 
 
Lagarta de Fogo

 
Lagarta de Fogo
 

A lagarta é a larva da borboleta, mariposa e alguns outros insetos. Muitas delas são atraentes e fascinantes por conta da aparência. A Lagarta de Fogo ou Taturana, também conhecida como tatarana (do tupi tata, "fogo" e rana, "semelhante”) é o estágio larval (lagarta) das mariposas. Estas lagartas possuem pilosidades e são potencialmente perigosas. Há algumas espécies com venenos poderosos, como a Lonomia obliqua, denominadas "taturanas assassinas", que podem provocar hemorragia, insuficiência renal e até levar à morte.
                                              Fotos, Larissa Coreco Calado
 




Borboleta – amarela, ou Borboleta –gema (Phoebis Philea Philea)
 
 
Borboleta- verde


Orange Banded Heliconian
 
A borboleta nos ensina a conhecer a mente e como podemos mudá-la, quando necessário, pela tomada de consciência do que é preciso fazer. A borboleta somos nós a cada estágio ao qual nos propomos até finalmente alçarmos o vôo.
 
                                         Fotos, Larissa Corecco Calado
 
 
 
Dente de leão
 

No Nordeste é conhecida por "Esperança", costuma dizer-se: "abre as janelas e deixa a esperança entrar na tua casa trazida pelo vento da tarde". A flor
Dente-de-leão possui ainda o significado de liberdade, otimismo e luz espiritual.
 
                                          Foto, Bruno Corecco

 

                                                                Ixora Vermelha.


 
                                                          Ixora Amarela, botões.

 
As Ixoras são plantas originárias da Índia e países vizinhos. Suas flores são tubulares, pequenas e sem perfume, de pétalas arredondadas, reunidas em pequenos bouquês, nas cores creme, rosa, laranja e vermelha nas pontas dos ramos. Floresce praticamente o ano todo e atraem Beija Flores.
 
                                       Fotos Larissa Corecco Calado.
 
 
Hibisco Dobrado Vermelho
Foto, Delia Corecco Steiner
 
 


 

Hibisco Dobrado Rosa
Foto, Larissa Corecco Calado
O Hibiscio tem por característica a abundância de flores muito coloridas e podemos contar com umas trezentas espécies diferentes só aqui no Brasil. Seu nome significa a Deusa Egípcia Isis, em grego. De suas flores são feitos, chás, geleias e corantes naturais.

 
                                                              Hibísco Dobrado Rosa
                                         Foto, Larissa Corecco Calado

Pois é isso. Adoro mesmo "jardinar". Adoro pintar, criar, escrever. Amo meu cantinho, que é um pedacinho do paraíso, e poder compartilhar isto com vocês, me deixa muito feliz. A todos uma linda semana!

"Jardinar me mostrou um novo olhar sobre o mundo;
Jardinando aprendi muito sobre mim.
Jardinar é cuidar,
É cultivar,
É florescer!

Jardinando parei de roer unhas;
Jardinando, reaprendi a pesquisar.
Jardinando pela vida, me encontrei em mim mesmo

Agora é Primavera
E num patamar estou que daqui pra frente, serão flores
E quanto aos espinhos,
Aprendi muito sobre eles.

Vivi muito entre eles
Agora vivo entre flores,
Lógico, vendo os espinhos.
Sei como tratá-los bem;

Mas são as flores que me convém! "
 
(Maurício Soave/ Blog Jardinando pela Vida)
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