23 de mai de 2015

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Arte Gráfica - Bruno Corecco.


“A Arte é eterna, a vida breve, o julgamento árduo e boas oportunidades, fugazes”. – Johann Wolfgang Von Goethe.

“L'arte è lunga, la vita breve, il giudizio difficile, l'occasione buona passeggera.” - Johann Wolfgang Von Goethe

"Art is eternal, the life is brief, the judgment hard and good opportunities, fugatious." - Johann Wolfgang von Goethe.

"Kunst ist ewig, das Leben kurz , das Urteil hart  und gute Möglichkeiten, flüchtig." - Johann Wolfgang von Goethe.

"El arte es eterno, la vida breve, el juicio duro y buenas oportunidades, fugazes." - Johann Wolfgang von Goethe.

“L'art est éternel, la vie brève, le jugement dur et de bonnes opportunités, éphémère." - Johann Wolfgang von Goethe.

14 de mai de 2015

SOBRE A ARTE DE AMAR. – UMA HOMENAGEM A MINHA DALMATÁ.

Chiara.


Ontem perdemos nossa melhor amiga, companheira fiel por quatorze anos, ela se foi, sucumbiu a doença que vinha lhe maltratando, foi ser luz no firmamento. Aqui uma singela homenagem ao melhor cão que já existiu.

Chiara.                              


Assim como o nascer, o morrer é luta travada...
A morte deixando um rastro de ausências, de vazios silenciosos..
Veio devagar, quase imperceptível e foi tomando conta de você, embaçando o seu olhar, apagando sua alegria, minando sua vitalidade, destruindo suas forças. No final – só dor!
Tanta e tão intensa que doía em nós, impotentes diante do seu olhar, de seu sofrimento.
Então hoje, você pôde partir, finalmente. Se foi com a mesma dignidade e coragem com a qual você viveu. Assim como chegastes a nossa casa, você se foi, um raio de luz, que durante muito tempo tudo iluminou e tornou mais belo e agora que se foi, virou constelação.

Chiara sendo banhada por sua melhor amiga, Vanessa com sua amiga Sol.




Chiara                                 

Restam-nos as lembranças das horas felizes que se multiplicavam a cada dia, dos passeios que você adorava e tão ansiosamente aguardava, das ensolaradas tardes no atelier, você ao meu lado, ora deitada dormindo ao som de alguma música suave, ora observando orelhas em pé o ir e vir de alguma lagartixa ou o vagar de um inseto qualquer entre os raios de sol dourados do entardecer. Ambas tão felizes em poder compartilhar momentos preciosos, envolvidas pela arte e pelo verde jardim que você tanto amou.



    Esperando para passear


Dormindo no aconchego do                                                 atelier


Chiara no atelier observando o jardim.



Chiara, companhia constante ao meu lado no atelier.


Relembrarei com um sorriso no coração sua presença quando íamos cozinhar e você surgia não sei de onde pedindo passagem, pleiteando um lugarzinho somente seu, debaixo da mesinha de onde você me fitava tranquila e feliz, prestando atenção a cada movimento meu, a cada detalhe culinário. Depois de um tempinho, lá estava você adormecida, sonhando com os cheiros e aromas...


Chiara pedindo para entrar na cozinha.




Chiara sonhando.




Você que nunca foi ruidosa, que dominava a arte de pedir com o olhar, implorando seus biscoitos de cereais ou os “bifinhos” da vovó. Recordarei eternamente do som grave de seu latido que se fazia presente apenas quando necessário ou então quando entravam micos e gatos alheios em nosso jardim. Estes últimos, você ainda os tolerava, com uma ruga em sua testa, assim como consentias os nossos gatos, mas os miquinhos, ah! Estes micos danados, lhe tiravam a paz definitivamente...


Chiara comendo um dos  deliciosos “bifinhos” da vovó, estrategicamente de costas para não correr o risco de ter de dividir.


Chiara em posição ”apontar” escutando miados de gatos alheios.



Mico, o “desassossego” de                                                  Chiara.


Chiara estressada com os micos.


Sempre corajosa, temia somente as raras idas ao Veterinário (que neste último mês foram tantas) e o som do “poderoso Zopf” sendo fabricado. 


Massa do“ Poderoso Zopf” fermentando, fase que Chiara temia.



Zopf Bernês prontinho.                


Evocarei seu sorriso canino toda vez que intuías que andaríamos de carro porque era certeza de caminhadas por trilhas verdejantes e passeios pela lagoa. Rememorarei suas traquinagens e pequenas bagunças não obstante lembrarei sempre e também de sua inteligência, do seu porte elegante, do seu caminhar, sempre ao meu lado ou esperando por mim. Você, que nunca me falhou em nenhum único momento sequer, que seguiu firme e amorosa conosco por entre perdas e dores, que não me abandonou nem por um minuto quando meu medo se fez pânico, e que nunca, jamais me julgou.



Rabinho abanando: vamos                                                    passear?

Devidamente posicionada como copiloto.



Nosso “Passeio Fibras” – Trilhas no parque do Cocó.                                                                              


  Sorriso largo.



“Pit Stop” no riachinho da                                                   trilha


Inseparáveis – Vanessa e Chiara.



Segundo passeio predileto – lagoa.



Sorriso ao chegar.               


Vista da lagoa.


Abanando o rabinho para                                                            os Marrequinhos.

           Saudando a Chiara.

Banquinho do descanso.

A espera de um sorvetinho!
                                                                       (menos o da mamãe - de açaí)


Matutando baguncinhas...



Fazendo traquinagem no canteirinho da                  “mamãe”!


Fingindo indiferença....



Ah,  este seu olhar...               


Minha doce Chiara.


Guardarei no meu coração por toda a eternidade seu olhar cor de âmbar, o mais belo, profundo, amoroso e doce que já vi. 



 Chiara


Obrigado amiga minha, pelas alegrias, pelos risos que pude dar, pela sua amizade, pelo seu amor incondicional, pela bondade ímpar, pela fidelidade e por nos proteger, sempre, mesmo que fosse com sua vida. 


           Juntas sempre.


A morte é apenas passagem, uma curva mais acentuada em nossa jornada de vida, e em algum lugar, algum dia, sei que nos reencontraremos, todos nós.
Não lhe digo adeus, Chiara do meu coração, digo-lhe apenas, até breve...


Chiara já com mais idade.

Com todo meu amor, Dê.



Texto: Delia Corecco Steiner.

10 de mai de 2015

MÃES NA ARTE E A ARTE DE SER MÃE - UMA HOMENAGEM.

Sir William Rothenstein- Spring in the Morning Room -  1910.


Mães são fonte de inspiração para artistas plásticos ao longo dos tempos e a arte se rende a figura materna desde seu início, há pelo menos 25.000 anos. Da Pré- História até a contemporaneidade podemos encontrar as mães sendo retratadas das mais diversas formas e estilos. A palavra mãe é universal e nos remete imediatamente a um lugar seguro, de aconchego, generosidade e de amor. De abraço apertado, de silêncio que compreende, de afago que cura, de palavra que suaviza qualquer dor. Mãe é sinônimo de amor incondicional, de eternidade, de sabedoria mesmo que inocente. Mães somos todos nós que temos pedacinhos de nossos corações batendo forte no peito de outros seres: Nossos filhos!


   Young mother contemplating her sleeping child 
in candlelight Albert Anker – 1875.


A todas as mães, meu carinho neste dia especial, a minha mãe, minha profunda homenagem e aos meus filhos, meu amor incondicional e meu muito obrigado por terem me possibilitado nesta jornada, a experiência ímpar de ser mãe!



Gustav Klimt  - 1909/ 10  -                                                                     Mother with Children.


                   Anna Nordgren – Rest.



Mother and child on the beach - Pablo                            Picasso – 1902.



     Meditation - Elizabeth Nourse



Beach Treasures                                                                          by Jeffrey T. Larson,1999.



At the Beach - Bernardus Johannes Blommers.



“A força da maternidade é maior que as leis da natureza.” - Barbara Kingsolver


Maternity -  Bertha Wegmann – 1893.


Eugène Carrière –                                                                              Maternité -  1899.



Lasar Segall –Maternidade.                                                       



Brian Kershisnik – Mother and Child. -            1962.



Madre y hijo - Pablo Ruiz Picasso - 1922.



Susan Lyon  - Gold Trim Shawl.              


“O “ser” mãe é tão intenso que, por vezes, chega a ser o que há de mais nobre despertado no mais íntimo do ser humano.” - Mayara Vellardi



The Pinch of Poverty by Thomas Benjamin Kennington -  1889


Vincent van Gogh  -  Woman with a Child                       on Her Lap, 1883.


George Goodwin Kilburne  - The afternoon rest.


Madonna of the slums - 
Vicente Silva Manansala


Ernest Bieler - Le Petit Cheval Rouge -          1909.


Josef Danhauser - La esposa del pescador con su hijo.


“Que tipo de mãe eu sou? A melhor que posso ser.” – autor desconhecido


Elizabeth Catlett - Mother and  Child -   Litograph -       1944





Judy Drew -  Love                                                                              of a Child


 Mother and child, Matisse.



A mother's Load by                                                                          Charlotte Willner.


Fritz Eichenberg -  Shore Wood  Engraving -  Mother and Child


Mother and Child on a Bench -                                   Picasso.


Mother and Child – 190 - Janis Rosenthal.


"Uma mãe entende mesmo o que um filho não diz." -Provérbio Judeu

       Ademaro Bardelli -Maternità



Masaccio  - Mater- 1425.                        


Emy Róna  - Hungarian Mother and Child  - 1934.



Joaquin Sorolla bastida – Fisherwoman and her baby.


Jessie Willcox Smith -   Mother and                Child


Mother and Child - Charles William Bartlett




"Os homens são o que suas mães fizeram deles." -Ralph Waldo Emerson


Honoré Daumier  - 1862 -  The Laundress


Homewards With Mother - Hugh                                          Cameron – 1878.


         Hugues Merle - la pauvre mère



Christian Krohg -Sovende mor med barn -  1883 - Mãe dormindo com criança.


Norman Hepple -  Mother and child   


Madre del popolo - 1953 - Corrado Cagli


"O amor de mãe por seu filho é diferente de qualquer outra coisa no mundo. Ele não obedece lei ou piedade, ele ousa todas as coisas e extermina sem remorso tudo o que ficar em seu caminho." -Agatha Christie



Giovanni Giacometti   - Familien Porträt – Unter dem Holunder – 1911.



Goldfish - - Richard E. Miller               


David Hettinger – “Can we"                       


Mary Richardson  - Sleeping Child



        Evert Pieters - In the Orchard



Maternity, 1889 Meijer de Haan




Emile Munier - Portrait of a Mother and Daughter





"Eu me lembro das preces da minha mãe e elas têm sempre me acompanhado. Elas se uniram a mim durante toda a minha vida." -Abraham Lincoln



Harold Gilman  - Mother and Child -              1918



Pablo Picasso -  Mother and Child by a Fountain, 1901



Miner’s Wife and Child (Also titled                                                                   Mother and Child), 1935 – Will Barnet.


The Refugees -  1937 - Tamara de Lempicka



Mother and Child- Jean-Baptiste Camille      Corot


Hugues Merle  - Maternal Affection -  1867



Madezhda Derviz With Her Child by Valentin Serov.


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